Incêndios, desmatamento e construções irregulares avançam sobre a Floresta da Tijuca e, todos os dias, perdemos um novo pedaço de uma das maiores florestas urbanas do planeta.
As áreas protegidas por lei não contemplam a região voltada para Jacarepaguá, que desaparece a cada dia diante dos nossos olhos. Mais do que um cartão postal, a
Floresta da Tijuca abriga nascentes de rios que abastecem bairros inteiros, é berço da biodiversidade e compõe um sistema que regula a temperatura, absorve alagamentos e segura deslizamentos. A Floresta é fundamental pra cidade e pra vida de todo carioca - mesmo pra quem nunca pisou lá. Afinal, você consegue imaginar o Rio de Janeiro ainda mais quente no verão?
Há anos, moradores, biólogos, pesquisadores e movimentos de Jacarepaguá se organizam para transformar essa área em uma Unidade de Conservação. É a proteção da lei que obriga o poder público a preservar e fiscalizar. E essa é a diferença entre uma floresta que pode ser destruída e a que resiste, em pé!
Eduardo Paes deixou a prefeitura com uma promessa não cumprida: assinar o decreto que cria a Unidade de Conservação na região. E agora é o seu substituto, Eduardo Cavaliere, quem tem o poder de transformar essa luta em lei.
Uma assinatura é capaz de mudar o futuro de uma das maiores florestas urbanas do planeta e a realidade de todos nós que vivemos no Rio. Não podemos deixar que essa promessa se perca por falta de vontade política. Pra isso, precisamos agir!
Nosso cartão de visitas ao Cavaliere na prefeitura é esse: milhares de e-mails exigindo a assinatura do decreto e a floresta em pé! Mas pra funcionar, precisamos do maior número de pessoas.
Envie agora o seu recado: assina Cavaliere. Queremos a floresta em pé!